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17 de Setembro de 2019 - Novidades

19ª Semana da Indústria Calçadista Catarinense (Seincc) inicia em São João Batista

A Semana da Indústria Calçadista Catarinense (Seincc), iníciou nesta terça-feira (17) e ocorre até o dia 19 de setembro, no Centro de Eventos de São João Batista. Promovida pelo Sindicato das Indústrias de Calçado de São João Batista (Sincasjb), a feira é voltada a profissionais do ramo calçadista.  Um encontro de networking, em que empresas podem apresentar seu negócio, sobretudo conhecer as tendências do mercado e trocar experiências. São 110 expositores que mostram seus produtos a um público esperado em mais de vinte mil visitantes. A Quimicolla, será uma das empresas batistense a trazer novidades para o setor calçadista.  “É muito importante para nós, como empresa, participarmos da Seincc que já se consolidou no mercado nacional. Pois é o momento de nos aproximarmos de nossos clientes de forma mais direta, assim como fortalecer a relação com a cidade que escolhemos para fixar nosso crescimento”, ressaltou o presidente da Quimicolla  e vice presidente Sincasjb, Levi Sottomaior.  Fábrica de inovação Pelo quarto ano consecutivo, a Seincc realiza, paralela à feira, a Fábrica de Inovação. O espaço é montado dentro do Centro de Eventos.  O propósito é agregar benefícios sociais em prol de entidades filantrópicas do município. Os produtos serão comercializados durante a feira com valores mais acessíveis, por membros do Lar Olindina Kammer.  Bem como toda a verba arrecadada por meio da venda será destinada à própria entidade. “Temos muitas entidades em nosso município que carecem de uma atenção. Por isso, a cada ano buscamos beneficiar uma diferente para que de alguma forma, sintam-se acolhidas também por nossa entidade”, comenta o presidente do Sincasjb, Almir Manoel Atanázio dos Santos.  Palestras na Seinc Palestras na Seincc abordarão temas com o intuito de discutir a  inovação nos processos industriais. Com entrada gratuita, interessados poderão participar das três palestras que ocorrerão na terça e quarta-feira. A primeira palestra oferecida aos visitantes ocorrerá às 17h de terça-feira, 17, com Ademir de Sousa e Leandro Dorscheid, da empresa Soultec. O tema abordado será “Como transformar perdas em resultados”. Para encerrar o ciclo de palestras, ainda na quarta-feira, 18, às 18h, Filipe Fagundes, gerente de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I), da FCC, abordará o tema: Tecnologias do futuro para o mercado de calçados. A palestra apresentará as estratégias, direcionadores e metodologias que a empresa FCC utiliza para inovar. Além de mostrar os aprendizados e oportunidades que identificam ao definir o processo.

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02 de Setembro de 2019 - Adesivos

Você conhece os principais tipos de cola química para seu dia a dia?

Quando precisa consertar alguma coisa, fazer um trabalho manual ou até mesmo colar algum tipo de tecido ou sapato a que tipo de cola você recorre? Existem muitas formas de aplicação, a Quimicolla vai mostrar como as colas químicas são extremamente ricas para o seu dia a dia.  Existem muitas maneiras de classificar cola química, como pela sua origem, mecanismo de funcionamento ou componentes. Aqui, o que mais nos interessa é a  aplicação prática, por isso vamos nos centrar nos tipos mais comuns do mercado.  Acetato de Polivinila (PVA) A primeira vista o nome pode parecer meio assustador, mas essa é a cola química que melhor conhecemos. Aquela cola branca que usávamos na escola e até mesmo aquela amarela para madeira é a mesma PVA. Este tipo de adesivo tem uma emulsão com água. A união das peças só se realiza quando a água desta emulsão evapora. Ou seja, quando a cola seca. Ela não é tóxica e é bastante fácil de manusear. Se aplicada com cuidado cria uma união de boa resistência com baixo custo. Seu ponto fraco é que ela é solúvel em água. Então não serve para ambientes úmidos ou áreas externas. Cianoacrilato Se você já utilizou essa cola provavelmente já colou os dedos também. Colas de cianoacrilato têm uma quantidade imensa de usos diferentes, como:  aeromodelismo, reparo de objetos e até prototipagem de eletrônicos. Quando curada, essa cola fica bastante dura e quando dobrada, ela simplesmente quebra. É importante tomar cuidado com ela, já que seu tempo de cura é muito rápido. Um aviso  importante: o componente cianoacrilato reage mal com fibras naturais, como o algodão. A reação emite muito calor, e pode provocar queimaduras na pele. Termoplásticos Sabe aquela cola versátil, que usa usa para pregar coisas na parede, para maquete, entre outras finalidades. É essa ai, também conhecida como cola quente! Aquele bastão que vai no aplicador é um termoplástico. Isto significa que ele é um polímero que pode mudar de fase, ou seja ser derretido e depois retornar ao original sem estragar. É uma cola química versátil, que não sofre redução de volume na cura, como a PVA. Isso significa, que perde a massa da água durante a evaporação. A desvantagem é que depois do uso ela não lida bem com o calor, porque vai derreter novamente, se for a base de EVA. Mas existem termoplásticos de alto desempenho, com aplicação em alta temperatura para funções mais industriais.  Cola química Epóxi Esses são chamados termofixos, desse modo não amolecem com o calor. A uma determinada temperatura se decompõem. Seu processo de “cura” é feito através do uso de um agente catalisador. Como são compostos de duas partes, eles são classificados como bicomponentes. São muito resistentes após a cura: a água, ácidos e conseguem unir uma grande variedade de materiais entre si, mesmo em condições difíceis. A sua aplicação, entretanto, não é das mais fáceis. Uma vez misturado, essa cola química só pode ser aplicado por alguns minutos, e depois leva até 24 horas para curar completamente.

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